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domingo, 18 de setembro de 2016

Brasil perdeu 1,5 milhão de vagas com carteira assinada em 2015, pior marca em 31 anos

Carteira de trabalho; 1,5 milhão de vagas formais foram fechadas em 2015

O Brasil perdeu 1,51 milhão de empregos com carteira assinada em 2015, segundo dados do Ministério do Trabalho. É o pior resultado em 31 anos, desde 1985, quando o levantamento começou a ser feito. É, ainda, a primeira vez em 24 anos que o país registra corte de vagas com carteira assinada. Em 1992, haviam sido fechadas 738 mil postos de trabalho. 

Com isso, o Brasil terminou 2015 com um total de 48,06 milhões de empregos com carteira assinada —abaixo de 2014 (com 49,57 milhões) e e de 2013 (com 48,94 milhões).

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (16) pelo ministério e fazem parte da Rais (Relação Anual de Informações Sociais), um registro declarado anualmente por todas as empresas do país. 

SUDESTE PERDEU MAIS VAGAS 


Todas as regiões do país tiveram queda no número de vagas de trabalho com carteira em 2015, sendo que a maior perda foi no Sudeste.

  • Sudeste: -900,3 mil 
  • Nordeste: -233,6 mil 
  • Sul: -217,2 mil 
  • Centro-Oeste: -82,7 mil 
  • Norte: -76,9 mil 

Apenas três Estados tiveram aumento no número de trabalhadores com carteira assinada: Piauí (+3.000 postos), Acre (+2.800 postos) e Roraima (+2.200 postos). 

APENAS AGRICULTURA ABRIU VAGAS

Dos oito setores de atividade econômica registrados na Rais, apenas agricultura teve aumento no número de trabalhadores com carteira (+20,9 mil postos) em 2015.

Os setores que tiveram as maiores quedas foram:

  • Indústria de transformação (-604,1 mil) 
  • Construção civil (-393 mil) 
  • Comércio (-195,5 mil) 

RENDIMENTO CAI 2,56%


O rendimento real (ajustado pela inflação) do trabalhador brasileiro, em média, caiu de R$ 2.725,28, em 2014, para R$ 2.655,60, em 2015. Isso representa uma queda de 2,56% no rendimento. 

Em 2015, o Centro-Oeste registrou o maior rendimento (R$ 3.161,17), enquanto o Nordeste teve o menor (R$ 2.103,08). A renda do trabalhador, porém, caiu em todas as regiões do país: 

  • Nordeste: -2,98% 
  • Sudeste: -2,87% 
  • Norte: -2,65% 
  • Sul: -1,82% 
  • Centro-Oeste: -1,26%

Entre os Estados e o Distrito Federal, apenas dois tiveram ganho real no ano passado: DF (+1,42%) e Amapá (+2,64%). As maiores perdas foram registradas em Sergipe (-6,95%), Acre (-5,13%) e Alagoas (-4,67%). 

OUTRA PESQUISA 


O ministério também divulga regularmente dados de emprego do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). A pesquisa Rais, porém, é mais ampla, porque leva em conta mais categorias de trabalho, inclusive servidores públicos. Já o Caged calcula apenas o número de trabalhadores de empresas privadas.

O Caged com números de 2015 foi divulgado no início deste ano e mostrou que o Brasil perdeu 1,5 milhão de vagas de trabalho com carteira assinada no ano passado, no pior resultado desde o início da pesquisa, em 1992.
(Fonte: FolhadeS.Paulo)

sábado, 17 de setembro de 2016

Lula "fatiou" a Petrobras para evitar seu impeachment e proteger filho, diz Delcídio em delação

"Quando veio o mensalão, ele (Lula) percebeu, ou ele se arruma ou poderia ser impichado", disse o senador cassado



SÃO PAULO - Lula aumentou a presença do PMDB dentro da Petrobras para evitar sofrer um processo de impeachment após a revelação do escândalo do mensalão e também para proteger um de seus filhos, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, na investigação dos negócios entre a Gamecorp e a Telemar, disse o ex-senador Delcídio Amaral (sem partido-MS) em delação ao MPF (Ministério Público Federal). As informações são do jornal O Globo. 

De acordo com o ex-senador, depois do mensalão o então presidente precisou estruturar uma base aliada mais consistente por conta do desgaste gerado pela investigação da CPI dos Correios, em 2005, tendo que contar assim com a presença do PMDB.

"Quando veio o mensalão, ele (Lula) percebeu, ou ele se arruma ou poderia ser impichado", disse Delcídio, em depoimento anexado ao processo do ex-presidente Lula. Antes do mensalão, o PT governava principalmente com os partidos que o ajudaram a ganhar a eleição. Delcídio afirma que José Dirceu tentou negociar uma aliança com o PMDB, mas Lula inicialmente não havia topado. Depois do mensalão, Lula teria pensado, segundo Delcídio: "‘ou eu abraço o PMDB ou eu vou morrer’. Foi então que o PMDB estabeleceu tentáculos em toda a estrutura do governo, como o Ministério das Minas e Energia e a Eletrobras. O setor elétrico, que era feudo do PFL, passou a ser do PMDB".

O ex-senador presidiu a CPI dos Correios e afirmou ainda que o relatório final incluía uma proposta de indiciamento de Lula e do filho mais velho dele, Lulinha. De acordo com ele, foi feita uma composição para que as propostas não vingassem.
(Fonte: InfoMoney)

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Lula era o 'comandante máximo' do esquema da Lava Jato, diz MPF

MPF afirma que Lula recebeu milhões em propina




O procurador da República Deltan Dallagnol afirmou hoje (14) que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva era o "comandante máximo do esquema de corrupção identificado na (Operação) Lava Jato". Dallagnol fez a declaração durante entrevista coletiva em que a força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) responsável pela operação, detalhou a denúncia que envolve Lula, a esposa dele, Marisa Letícia, e mais seis pessoas.


O ex-presidente foi denunciado à Justiça Federal por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, crimes cujas penas, somadas, podem chegar a 32 anos e seis meses de prisão. Segundo os procuradores, Lula recebeu vantagens indevidas das empresas envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras, como a compra de um apartamento tríplex em Guarujá, no litoral paulista, a reforma e decoração do imóvel, além de contratos milionários para armazenamento de bens pessoais. Essas vantagens, somadas, totalizariam mais de R$ 3,7 milhões.

Dallagnol ressaltou que a corrupção identificada nas investigações é sistêmica e envolve diversos governos e partidos. De acordo com o procurador, existe uma "propinocracia" em curso no Brasil, no qual os poderes Executivo e Legislativo trocam favores, nomeações políticas e cargos, para obter "governabilidade corrompida, perpetuação criminosa no poder e enriquecimento ilícito". Para Dallagnhol, o sistema é bancado por cartéis de empresas que se aproveitam do esquema para garantir a assinatura de contratos milionários com o Poder Público.

É a primeira vez que o ex-presidente é denunciado à Justiça Federal no âmbito da Lava Jato. A denúncia inclui também o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, e o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, além dos ex-executivos da empreiteira Agenor Franklin Magalhães Medeiros, Paulo Roberto Valente Gordilho, Fábio Hori Yonamine e Roberto Moreira Ferreira.

A denúncia segue agora para a 13ª Vara Federal de Curitiba, para apreciação do juiz Sérgio Moro. Caso seja acatada pelo juiz, Lula, Marisa e os outros denunciados se tornarão réus na operação.
(Fonte: Terra.com)

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Mais de 4.500 itens sumiram da Presidência desde que Dilma assumiu

Nos últimos dias o TCU já havia determinado ao Palácio do Planalto que os presentes recebidos pelos presidentes da República fossem incorporados ao patrimônio da União


SÃO PAULO - O TCU (Tribunal de Contas da União) apurou o desaparecimento de 4.564 itens do patrimônio da União que estavam na Presidência da República entre 2010 e 2016, ou seja, enquanto Dilma Rousseff era presidente. Isso representa mais de dois sumiços por dia nestes seis anos. As informações são da coluna Radar On-line, da Veja. 

Apesar da fiscalização exercida por inúmeros agentes de segurança, o relatório aponta que o desaparecimento desses itens "representa sistemático desvio do patrimônio público e o retrato indelével da incapacidade de apuração dos fatos".

Nos últimos dias o TCU já havia determinado ao Palácio do Planalto que os presentes recebidos pelos presidentes da República fossem incorporados ao patrimônio da União desde a edição de um decreto de 2002. 

Com isso, alguns presentes recebidos por Lula e Dilma passariam a ser considerados itens da União. O tribunal deu o prazo de 120 dias para a identificação de 568 presentes recebidos por Lula e 144 itens por Dilma, considerados erroneamente como propriedade pessoal. 

A determinação do órgão foi encaminhada à Secretaria de Administração da Presidência da República e ao Gabinete Pessoal do presidente Michel Temer e vale para todos os documentos e presentes recebidos pelos presidentes anteriores que não sejam de natureza "personalíssima", como medalhas, ou de "consumo direto", como bonés e camisetas.
(Fonte: InfoMoney)

TSE analisa 21 mil doações eleitorais de pessoas sem capacidade econômica

Esses doadores entregaram R$ 168 milhões para as campanhas dos candidatos a prefeito e vereador


O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, recebe do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Aroldo Cedraz, a primeira lista de indícios de irregularidades - Jorge William / Agência O Globo

BRASÍLIA - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisa os indícios de irregularidades constatados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que revela a existência de 21.072 doadores com provável falta de capacidade econômica. Esses doadores entregaram R$ 168 milhões para as campanhas dos candidatos a prefeito e vereador nas eleições municipais de 2016.

O TSE informou que compartilhou o material com o Ministério Público Eleitoral (MPE). Os indícios de irregularidades serão disponibilizados aos juízes eleitorais para apuração com prioridade, em até cinco dias a partir do conhecimento do indício de irregularidade.

As suspeitas em torno de beneficiários do Programa Bolsa Família também foram compartilhadas com o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDS). Foram identificados R$ 4 milhões, doados por 4.630 beneficiários do programa.

O TCU encontrou indícios de irregularidades em mais de um terço dos 114.526 doadores. Há, por exemplo, até mesmo 34 mortos que doaram R$ 57 mil. A lista foi entregue ao TSE na última segunda-feira.

Em 15 dias de campanha, foram declarados 114 mil doadores distintos à Justiça Eleitoral. Desse total, há indícios de irregularidades envolvendo 38.985 doadores. Na parte dos gastos de campanha, foram 60.952 fornecedores distintos, sendo que, desse total, foram identificados 1.426 fornecedores de campanha com indícios de irregularidades.
(Fonte: O Globo)

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Estagiária da Caixa com 62 cartões do Bolsa Família é detida pela Polícia Federal

Ela e o primo chegaram a movimentar R$ 25 mil em uma única transferência.


A suspeita era justamente de que a estagiaria estaria desviando recursos do Bolsa Família. O caso ocorreu em Bezerros, no Agreste de Pernambuco. De acordo com o UOL, os valores eram transferidores dos 62 cartões do programa para a conta de um primo da jovem.


Em apenas uma das transferências da conta, foram movimentados R$ 25 mil. Mas a polícia ainda não tem noção do tamanho do esquema.
(Fonte: Implicante)

terça-feira, 6 de setembro de 2016

EUA proíbem sabonetes que “matam até 99,9% das bactérias”

Bactérias: as marcas de sabonete têm 1 ano para mudar a fórmula ou remover os produtos bactericidas das prateleiras
Se você quer evitar infecções, fique na clássica mistura de sabão comum e água. Pelo menos, essa é a recomendação da FDA, que regula remédios e alimentos nos EUA, como a Anvisa no Brasil.

A agência baniu 19 químicos usados na maioria dos sabonetes que dizem eliminar "até 99,9% das bactérias". Eles vão precisar sair do mercado em até 1 ano.

A preocupação da agência tem dois motivos: eficácia e segurança. Em 2013, a FDA pediu que as marcas que produzem sabonetes com bactericidas - ou seja, substâncias químicas que matam bactérias - enviassem estudos e dados que comprovassem que seu produto matava mais micróbios que o sabão neutro comum.

Grande parte das marcas não chegou a mandar documento algum, alegando que estudos clínicos com seres humanos são caros e longos.

E os estudos que chegaram na agência não foram suficientes para garantir que o sabonete realmente faz o que promete e não convenceram a FDA.

Só que os problemas não param por aí. Ainda que ficasse provado que o sabonete bactericida funciona perfeitamente, matando 99,9% da bactérias, isso não é necessariamente uma notícia boa.

O julgamento final da FDA incluiu mais de 20 estudos preocupantes sobre os 19 químicos banidos esta semana - especialmente os mais comuns, Triclocarban e Triclosan.

Em primeiro lugar, ninguém sabe exatamente quanto tempo essas substâncias ficam no organismo. O Triclosan, por exemplo, mesmo enxaguado, é absorvido pela pele e vai parar na urina.

Somos expostos com tanta frequência a esses compostos que ninguém sabe exatamente quanto tempo leva para serem eliminados do corpo.

Mais graves são os resultados de estudos que mostram que o Triclocarban pode causar alterações nos hormônios da tireoide e na ação da testosterona. Testes com ratos na puberdade também mostraram riscos para o desenvolvimento sexual.

Esses efeitos hormonais podem aparecer só depois de muitos anos da exposição inicial, e não são a única preocupação dos cientistas. Há também o problema das superbactérias.

Os bactericidas do sabonete não são antibióticos, que também matam bactérias, mas com mecanismos diferentes. Só que pesquisadores têm estudado uma possibilidade assustadora: que bactericidas acabem selecionando bactérias resistentes a antibióticos.



Dos 99,9% das bactérias mortas quando você lava as mãos com um sabão antibacteriano, aquele 0,01% provavelmente tem uma resistência genética ao princípio ativo do germicida. E vai continuar a se reproduzir, criando números cada vez maiores de bactérias resistentes.

Os cientistas ainda não tem certeza se, na sua mão, essa seleção natural pode trazer problemas graves. Mas, em laboratório, já conseguiram demonstrar que uma bactéria sobrevivente ao Triclocarban pode desenvolver "resistência cruzada" a antibióticos - e não em um estudo isolado, mas em 10 trabalhos diferentes encontrados pela FDA.

Um deles, inclusive, mostrou que a Salmonela se torna mais resistente a vários medicamentos depois da exposição prolongada a sabonetes desinfetantes.

As marcas de sabonete ganharam 3 anos para se defender contra os resultados desses estudos, mas não foi suficiente para garantir, além da eficácia, a segurança desses produtos no longo prazo.

Além dos químicos banidos, a FDA ainda vai analisar os desinfetantes de mão e os produtos usados em hospitais, para avaliar se eles também apresentam um risco para quem faz uso deles diariamente - enfermeiros, por exemplo, chegam a limpar as mãos até 100 vezes por dia (uma ótima prática? A não ser que o produto esteja colocando a saúde deles mesmos em risco).

Por enquanto, a recomendação do órgão norteamericano para quem não é profissional de saúde é se ater a lavar as mãos com água e sabão e só usar desinfetantes de mão com no mínimo 60% de álcool - o que seria mais que suficiente para limpar a superfície das mãos sem absorver químicos com efeitos duvidosos.

OS PROIBIDOS


A lista completa de substâncias proibidas pela FDA (que a agência acredita serem usadas em mais de 700 marcas de sabonetes bactericidas):

Cloflucarban

Fluorosalana

Hexaclorofeno

Hexilresorcinol

Complexo de Iodo (Éter-sulfato de amônio e o monolaurato de sorbitano de polioxietileno)

Éster fosfato de ariloxialquila de polietilenoglicol

Complexo iodo etanol, nonil fenoxi-polioxietileno

Iodopovidona (5% a 10% de concentração)

Complexo de iodo e cloreto de undecoylium

Cloreto de metilbenzetônio

Fenol

Amyltricresols secundária

Oxicloroseno de sódio

Tribromsalan

Triclocarban

Triclosan

Corante triplo (verde brilhante, violeta de genciana, hemissulfato de proflavina)

(Fonte: Exame.com)

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Justiça Federal suspende Lei do Farol Baixo no país

Sancionada em maio, lei obrigava condutores a acender o farol do veículo durante o dia em rodovias



A Justiça Federal no Distrito Federal suspendeu nesta sexta-feira a Lei 13.290/2016, conhecida como Lei do Farol Baixo, que obrigava condutores a acender o farol do veículo durante o dia em rodovias. A decisão é provisória e já está valendo. Determina que a punição só pode ser aplicada quando as estradas tiverem sido sinalizadas.

Na decisão, o juiz Renato Borelli, da 20ª Vara Federal em Brasília, entendeu que os condutores não podem ser penalizados pela falta de sinalização sobre a localização exata das rodovias.

O juiz atendeu pedido liminar da Associação Nacional de Proteção Mútua aos Proprietários de Veículos Automotores (ADPVA). A associação citou o caso específico de Brasília, onde existem várias rodovias dentro do perímetro urbano.

"Em cidades como Brasília, exemplificativamente, as ruas, avenidas, vias, estradas e rodovias penetram o perímetro urbano e se entrelaçam. Absolutamente impossível, mesmo para os que bem conhecem a capital da República, identificar quando começa uma via e termina uma rodovia estadual, de modo a se ter certeza quando exigível o farol acesso e quando dispensável", disse a entidade.

A lei foi sancionada pelo presidente interino Michel Temer em 24 de maio. A mudança teve origem em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR) e foi aprovada pelo Senado em abril. A multa para quem descumprisse a regra, considerada infração média, era de R$ 85,13, com a perda de quatro pontos na carteira de habilitação.

O objetivo da medida foi aumentar a segurança nas estradas, reduzindo o número de acidentes frontais. Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), estudos indicam que a presença de luzes acesas reduz entre 5% e 10% o número de colisões entre veículos durante o dia.
(Fonte: Zero Hora)