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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Vila Olímpica está inabitável, diz Argentina

Vila Olímpica: para não acontecerem contratempos, a Argentina já conseguiu alguns alojamentos nos arredores da Vila Olímpica, na Barra de Tijuca, zona Oeste do Rio


São Paulo - Depois da Austrália, nesta segunda-feira foi a vez do Comitê Olímpico da Argentina (COA) fazer duras reclamações contra a infraestrutura da Vila dos Atletas, no Rio.

Em coletiva de imprensa em Buenos Aires, o presidente do órgão, Gerardo Werthein, disse que dois andares disponibilizados para o alojamento dos atletas argentinos estão "inabitáveis".

"A Argentina tem cinco andares na Vila Olímpica e dois deles não estão habitáveis. Os apartamentos estão terminados por fora, mas quando se começar a testá-lo, se encontram problemas com encanamentos e eletricidade, o que seria o final da obra. O Rio diz que vai terminar (as obras), mas não queremos correr nenhum risco", afirmou o dirigente.

De acordo com ele, para não acontecerem contratempos, a Argentina já conseguiu alguns alojamentos nos arredores da Vila Olímpica, na Barra de Tijuca, zona Oeste do Rio.

"Estamos contratando apartamentos fora da Vila e vamos mover nosso pessoal técnico e o staff, para privilegiar nossos atletas", explicou.

Ainda segundo Werthein, o Comitê Olímpico, o Ente Nacional de Alto Rendimento (ENARD) e a Secretaria Nacional de Esporte "estão trabalhando em conjunto para encontrar soluções e garantir o êxito dos Jogos".

Porta-aviões de US$ 12,9 bilhões NÃO está pronto para a guerra

PCU Gerald R. Ford (CVN 78) transita pelo James River depois do lançamento em 2013

Por Anthony Capaccio

O porta-aviões mais novo da Marinha do EUA não está pronto para a guerra. O USS Gerald R. Ford de US$ 12,9 bilhões – o mais caro navio de guerra jamais construído – pode ter dificuldades para lançar e recuperar aeronaves, prover sua auto-defesa e mover munições, de acordo com alto testador de armas do Pentágono. Sistemas de bordo para essas tarefas têm graves problemas de confiabilidade ou desconhecidos, de acordo com um memorando de 28 de junho obtido pela Bloomberg News.

“Estes quatro sistemas afetam grandes áreas de operações de voo,” Michael Gilmore, diretor de teste operacional e avaliação do Departamento de Defesa, escreveu aos compradores de armas do Pentágono e da Marinha, Frank Kendall e Sean Stackley. “A menos que esses problemas sejam resolvidos, o que provavelmente exigirá o redesenho” dos sistemas de lançamento e recuperação de aeronaves “irão limitar significativamente a capacidade do CVN-78 de conduzir operações de combate,” Gilmore escreveu, usando um nome técnico para o porta-aviões.

Concepção artística do USS Gerald R. Ford

Mais Atrasos


Os problemas de confiabilidade significam que a entrega do Ford – o primeiro de três navios encomendados em um programa de US$ 42 bilhões – provavelmente vai atrasar mais ainda. A Marinha anunciou na semana passada que o navio, programado originalmente para entrar em serviço em setembro de 2014, não será entregue antes de novembro deste ano por causa de contínuos problemas de testes não especificados.

O serviço tem operado 10 porta-aviões desde a aposentadoria do USS Enterprise em 2012. Desdobramentos prolongados dos navios restantes têm colocado pressão sobre os tripulantes e acrescentado tensão aos compromissos globais da batalha contra o Estado Islâmico e para assegurar a liberdade de navegação no Mar da China Meridional, canal de US$ 5 trilhões em comércio anual.

Um atraso prolongado também poderia prejudicar os militares se surgir um novo conflito.

“Com base em estimativas de confiabilidade atuais, é pouco provável a realização de operações aéreas de alta intensidade no CVN-78”, como um requisito para quatro dias de operações com surtos de 24 horas “no início de uma guerra,” Gilmore escreveu.

Com a entrega próxima do navio pela Huntington Ingalls Industries Inc., “as minhas preocupações sobre a confiabilidade destes sistemas permanecem e os riscos para a capacidade do navio de ter sucesso em combate crescem à medida que estes problemas de confiabilidade continuam por resolver”, disse Gilmore.

Atrasos “inaceitáveis”


O senador republicano John McCain, presidente do Comitê de Serviços Armados do Senado, chamou o anúncio da Marinha sobre atrasos adicionais na semana passada de “inaceitável”, acrescentando que era um “estudo de caso em por que o nosso sistema de aquisição deve ser reformado.”

Uma porta-voz da Marinha, tenente Kara Yingling, disse que a Marinha estava ciente do relatório, mas referiu comentário adicional ao escritório de Kendall. O porta-voz de Kendall Mark Wright disse em um e-mail “nós não sentimos que é adequado dar nossa resposta a este memorando interno.”

(Fonte: Poder Naval)