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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Sem crise, Paulo Câmara compra 90 mil reais em flores para seu gabinete

“Há flores por todos os lados. Há flores em tudo que eu vejo”, diz a música dos Titãs.


Sem alarde, o gabinete pessoal do governador Paulo Câmara (PSB) está concluindo uma licitação para adquirir 90 mil reais em flores, para adornar seu gabinete no Palácio do Campo das Princesas.

A compra é objeto do pregão eletrônico 19/2015. A abertura das propostas se dará em 10 de dezembro.

Um fato interessante é que a disputa se dará a partir das 10 horas do dia, mas seguindo o horário de Brasília, não seguindo a hora oficial do Estado de Pernambuco.

O aviso de licitação foi assinado por Sandro Carneiro, pregoeiro oficial do Palácio.

(Fonte: BlogDeJamildo)

sábado, 28 de novembro de 2015

Manifestantes, estão usando vocês! #AcordaBrasil

Padre Paulo Ricardo detona socialismo que querem implantar no Brasil



OUÇA ATÉ O FIM E REFLITA

As manifestações que atingiram o Brasil nos últimos anos culminaram numa proposta da presidente Dilma Rousseff: uma Constituinte para reforma política. Essa proposta, há anos planejada pelo PT e por demais partidos de esquerda - ideólogos que estão levando o Brasil à falência - é a resposta do Governo Federal à insatisfação generalizada da população que, infelizmente, está sendo manipulada por grupos radicais comunistas, que querem a todo custo implantar o socialismo no Brasil. Manifestantes, estão usando vocês! 

#AcordaBrasil #ForaComunismo #ForaSocialismo #MudaBrasil




sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Dilma foi eleita com campanha do medo, diz vice eleita da Argentina

Gabriela Michetti respondia a pergunta dos jornalistas Julio Blanck e Eduardo Van der Kooy no programa "Código Político", do canal pago TN, pertencente ao Grupo Clarín

Vice-presidente eleita da Argentina, Gabriela Michetti, fala da política do Brasil




FOLHAPRESS

A vice-presidente eleita da Argentina, Gabriela Michetti, disse na quinta-feira (26) que "no Brasil, Dilma Rousseff ganhou a eleição usando uma campanha do medo".

Michetti respondia a pergunta dos jornalistas Julio Blanck e Eduardo Van der Kooy no programa "Código Político", do canal pago TN, pertencente ao Grupo Clarín.

A vice-presidente eleita comentava o fato de que o candidato governista Daniel Scioli utilizou uma tática mais agressiva nas últimas semanas antes do segundo turno, dizendo que a eleição de Mauricio Macri poderia significar o fim dos planos sociais e a volta das privatizações.

"Serviu para Scioli crescer um pouco e diminuir a diferença de votos, mas não foi o suficiente", disse Michetti.

E então acrescentou: "Uma campanha baseada no medo sempre funciona, porque a pior emoção que sentimos é o medo. Principalmente por não sabermos de onde viemos nem para onde vamos, o medo é algo sempre presente e uma estratégia baseada nisso sempre funciona. Dilma Rousseff ganhou a eleição no Brasil assim."

Michetti ainda criticou o modo como a presidente Cristina Kirchner vem encarando a transição de governo.

Na terça-feira (24), em um encontro a portas fechadas de Cristina com o presidente eleito, não foram tratados temas que ele considera urgentes, como a mudança de alguns funcionários e as primeiras medidas econômicas.

"Teria sido melhor que essa transição fosse mais clara, como se faz em outros países", concluiu.
(Fonte: OTempo)

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Alvaro Dias cobra explicações da Caixa sobre Mega-Sena

Senador do PSDB aponta desencontro de informações na divulgação do resultado; Caixa teria anunciado prêmio acumulado antes de confirmar ganhador

O senador Alvaro Dias anunciou nesta quinta-feira (26) que cobrará explicações da Caixa Econômica sobre o concurso 1764 da Mega-Sena, que foi realizado na noite de ontem (25). Nas redes sociais, o senador aponta um possível desencontro de informações na divulgação dos resultados e lembra que já denunciou um esquema de manipulação de resultados e lavagem de dinheiro envolvendo a loteria.

“O desencontro de informações, uma vez que a CEF informou inicialmente não haver ganhadores, para só depois anunciar um único apostador como ganhador, alimenta especulações de irregularidades, que devem ser passadas a limpo urgentemente”, destacou o Alvaro Dias. Ainda de acordo com a postagem, o senador já denunciou eventuais crimes como fraude, lavagem de dinheiro e manipulação de resultados. As denúncias fazem parte de um inquérito policial que tramita na 2ª Vara Especializada da Justiça Federal, que ainda não foi concluído.

Depois de fazer as denúncias, há mais de dez anos, ele apresentou um projeto de lei que inibe fraudes e lavagem de dinheiro com os prêmios de loterias.

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram supostas fotos do site da Caixa minutos após a divulgação do resultado do concurso 1764, que sorteava o prêmio de R$ 205 milhões. Em um primeiro momento, o site anunciava que o prêmio havia acumulado novamente para, momento depois, anunciar que um apostador do Distrito Federal havia acertado as seis dezenas. A Caixa ainda não se manifestou sobre o caso.
(Fonte: aRede)

Militantes que picharam Câmara com lama são acusados de crime ambiental

Quatro manifestantes, que participaram de ato por Mariana (MG), estão presos


Militantes que picharam Câmara com 
lama são acusados de crime ambiental 
- Ailton de Freitas / Agência O Globo
BRASÍLIA - Quatro militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) que participaram de um ato dentro da Câmara na quarta-feira em protesto contra o acidente ambiental em Mariana (MG) foram transferidos para uma unidade da Polícia Civil e continuam presos. Eles são acusados justamente de cometer crime ambiental por terem pichado uma das paredes da Câmara.

Os manifestantes escreveram a palavra "morte" com lama. O chão também ficou sujo de lama. Houve confronto entre os militantes e agentes da Polícia Legislativa da Câmara, com uso da violência. Depois do episódio, servidores da limpeza retiraram a sujeira com facilidade e logo o trecho do corredor foi liberado para quem circula pela Casa.

Em nota, o MST reafirmou que se tratou de uma intervenção teatral. Os militantes estão presos na Delegacia de Polícia Especializada. Os advogados do movimento entraram com um habeas corpus tentando liberar os quatro.

Manifestantes escreveram 
com lama paredes do Congresso 
- Ailton de Freitas / Agência O Globo
A Câmara dos Deputados informou que cinco manifestantes foram levados ontem para a Coordenação de Polícia Judiciária, do Departamento de Polícia Legislativa da Casa, mas utilizaram o direito de permanecerem calados. Quatro deles - Augusto Maik de Deus Gomes, Clarkson de Souza Felix, Ivan Condorek e Tiago Caetano Nogueira - foram autuados em flagrantes e indiciados na Lei de Crimes Ambientais (pichar edificação ou monumento urbano) e dois artigos do Código Penal (por injúria real e resistência). Somadas, essas penas podem chegar, se condenados no máximo, a quatro anos de cadeia.

Em nota, a Câmara informou que os jovens entraram como visitantes no Anexo 2 com uma substância que "se assemelha a lama". Diz que a palavra "morte" que escreveram pode significar uma referência à tragédia ambiental em Mariana.
(Fonte: O Globo)

ONU critica Brasil, Vale e BHP por resposta ‘inaceitável’ a desastre de Mariana

Órgão emite comunicado em que pede a governo e empresas providências imediatas para proteção ambiental e das comunidades vizinhas e ataca o que chama de "postura defensiva".


A Organização das Nações Unidas criticou duramente o governo brasileiro, a Vale e a mineradora anglo-australiana BHP pelo que considerou uma resposta "inaceitável" à tragédia de Mariana.
Texto afirma existir falta de transparência nas informações sobre riscos de contaminação (Foto: AFP)

E em comunicado divulgado nesta quarta-feira, e que traz falas do relator especial para assuntos de Direitos Humanos e Meio Ambiente, John Knox, e do relator para Direitos Humanos e Substâncias Tóxicas, Baskut Tuncak, a ONU criticou a demora de três semanas para a divulgação de informações sobre os riscos gerados pelos bilhões de litros de lama vazados no Rio Doce pelo rompimento da barragem, no último dia 5.

"As providências tomadas pelo governo brasileiro, a Vale e a BHP para prevenir danos foram claramente insuficientes. As empresas e o governo deveriam estar fazendo tudo que podem para prevenir mais problemas, o que inclui a exposição a metais pesados e substâncias tóxicas. Este não é o momento para posturas defensivas", disseram os especialistas no comunicado.

Em entrevistas, a presidente Dilma Rousseff tem negado negligência no caso. A Samarco, por sua vez, tem afirmado que suas operações eram regulares, licenciadas e monitoradas dentro dos melhores padrões de monitoramento de barragens.

A ONU menciona a contradição nas informações divulgadas sobre o desastre, em especial a insistência da Samarco, joint venture formada por Vale e BHP para explorar minérios na região, de que a lama não continha substâncias tóxicas. E descreve com detalhes o desastre ecológico provocado pelo vazamento, incluindo a chegada da lama ao mar.

ONU detalhou consequências do acidente, como chegada da lama ao mar (Foto: Reuters)






"As autoridades brasileiras precisam discutir se a legislação para a atividade mineradora é consistente com os padrões internacionais de direitos humanos, incluindo o direito à informação. O Estado tem a obrigação de gerar, atualizar e disseminar informações sobre o impacto ambiental e presença de substâncias nocivas, ao passo que empresas têm a responsabilidade de respeitar os direitos humanos", afirmou Tuncak.

Os dois especialistas classificaram a tragédia como mais um exemplo de negligência de empresas em proteger os direitos humanos e traçam um quadro desolador pós-desastre para as comunidades afetadas.

"Poderemos jamais ter um remédio eficaz para as vítimas, cujos parentes ou ganha-pão podem estar debaixo dessa onda de lixo tóxico, e nem para o meio ambiente, que sofreu danos irreparáveis. Empresas trabalhando com atividades envolvendo o uso de material de risco precisam ter a prevenção de acidentes no centro de seu modelo de negócios."
(Fonte: G1)

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Dólar avança mais de 2% ante o real com prisões de Delcídio e André Esteves

De acordo com informações que levaram a Polícia Federal a prender o senador, a detenção está ligada a evidências, com base na delação do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró


O dólar abriu a sessão desta quarta-feira (25/11), em forte alta diante do real, refletindo sobretudo a aversão ao risco disparada pelas prisões do senador Delcidio do Amaral (PT-MS) e também do banqueiro André Esteves, presidente do BTG Pactual. No exterior, a moeda norte-americana também avança ante as demais divisas, o que ajuda a pressionar o câmbio local. Às 9h32, o dólar à vista marcava máxima de R$ 3,785 (+2,24%). O dólar para dezembro tinha alta de 2,32%, a R$ 3,789.

De acordo com informações que levaram a Polícia Federal a prender o senador, a detenção está ligada a evidências, com base na delação do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, de que o senador estaria tentando atrapalhar as investigações sobre a corrupção na Petrobrás.

Já Esteves é um dos acionistas da Sete Brasil - empresa investigada pela Operação Lava Jato e criada para fornecer equipamentos à Petrobras, entre eles sondas para exploração de petróleo. "Essas prisões surpreenderam bastante os investidores e, inclusive, os políticos. Não existia sinal de que essas prisões poderiam acontecer", afirma o estrategista da Guide Investimentos, Luis Gustavo Pereira. Para ele, a prisão do banqueiro impõe cautela porque pode vir a gerar resgates de clientes no banco.

Logo mais, o Banco Central realiza leilão de rolagem dos contratos de swap com vencimento em 1º de dezembro de 2015. Serão ofertados, entre 11h30 e 11h40, até 12.120 contratos de swap com data de vencimento para 02/05/2016, 01/09/2016 e 02/01/2017.

Saiba quais sites evitar na Black Friday

É importante ficar atento à procedência dos sites para não comprar em páginas não confiáveis

O consumidor precisa ficar atento na hora de comprar pela internet. Foto: Marcos Santos/USP Imagens


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A Black Friday acontecerá na próxima sexta-feira, e os consumidores já estão na expectativa para aproveitar os descontos. Alguns pretendem inclusive antecipar as compras de final de ano na data. No entanto, é preciso cuidado na hora de procurar as melhores ofertas. É importante ficar atento à procedência dos sites para não comprar em páginas não confiáveis. 

A Fundação Procom-SP possui uma lista frequentemente atualizada com endereços que devem ser e evitados, por já terem reclamações registradas no órgão de defesa do consumidor, que foram notificados, mas não responderam ou não foram encontrados. Embora muitos sites já estejam fora do ar, há outros ainda ativos, que inclusive procuram iludir os clientes ao possuírem nomes parecidos com páginas famosas, como “eletrofastcompras.com.br” ou “pescariaurbana.net”. 

A lista completa pode ser conferida aqui

Outra dica é olhar o ranking de empresas não recomendadas da página Reclame Aqui, que possibilita aos consumidores registrarem seus problemas com companhias de diversos segmentos. O site criou um selo que irá indicar as lojas com melhor reputação durante o evento, além de acompanhar as queixas dos internautas em tempo real.

Saiba quais são os melhores horários para comprar 
O consumidor também deve prestar atenção aos horários. Tentar fechar uma compra durante os horários de pico pode ser motivo de muita dor de cabeça. Um levantamento feito pelo comparador de preços Zoom mostra que os horários de pico serão logo nas primeiras horas do dia. 

A pesquisa aponta que 45% das pessoas busca fazer suas compras entre meia-noite e 6h. Já 22% preferem o período entre 6h e 14h. Apenas 5% dos entrevistados apontaram entre 14h e 18h e apenas 10% após as 18h. No entanto, é bom ressaltar que a chance de perder uma promoção é maior com o passar do tempo. Se você está em busca de uma mercadoria muito procurada, esteja preparado para entrar nos sites logo nas primeiras horas de Black Friday.


terça-feira, 24 de novembro de 2015

Lama tóxica pode degradar 3.000 km durante um milênio, diz biólogo

Rejeitos de barragem são "veneno" para o meio ambiente e provocam desequilíbrio ecológico


Lama contaminada já muda cor do mar e ameaça litoral do Espírito Santo

No ano 3.000 o Vale do Rio Doce ainda pode sofrer os danos provocados pelo rompimento de uma barragem de rejeitos de minério de ferro que matou pelo menos sete pessoas e devastou o distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, na região central de Minas. Além dos danos à população, a lama contaminada deixou um rastro de destruição ao meio ambiente que dificilmente será superado.

Segundo o biólogo André Ruschi, diretor da Estação de Biologia Marinha Augusto Ruschi, no Espírito Santo, os números impressionam: a área afetada pelos resíduos tóxicos pode chegar a 3.000 km (considerando as margens) e levar mais de mil anos para se regenerar. Entre os vários estragos à fauna e flora está a morte de meio trilhão de seres vivos, estima o especialista. 

Ruschi alerta que a onda de lama provocada pela tragédia pode ser considerada um verdadeiro “veneno” para o meio ambiente. Recentemente, um laudo elaborado pelo Igam (Instituto Mineiro de Gestão das Águas) comprovou a alta concentração de metais tóxicos como arsênio, chumbo, cromo e níquel. Para ele, o desequilíbrio atinge várias frentes do ecossistema. 

— A área úmida que existia não existe mais. Mais de 250 espécies entrariam agora na época de reprodução com as chuvas, então estavam colocando ovos. A população de anfíbios é muito sensível porque absorve pela pele estes metais pesados e depende dela para respirar. Como o ambiente vai ficar contaminado por muito tempo, vai haver descontrole na população de mosquitos. Este problema está só começando.

Os lençóis freáticos também estão condenados “por um tempo que não somos capazes de dizer”. Ruschi explica que a retirada dos resíduos que "cimentaram" o rio Doce é crucial para o renascimento do ambiente. O especialista atribui a tragédia à negligência da Samarco e da Vale, controladora da empresa. 

— Se tirar estes resíduos, esta recuperação pode levar centenas de anos. A quantidade de espécies extintas e peixes é muito grande. Todos os poços em uma grande extensão estarão envenenados. A Samarco e a Vale são responsáveis por todos estes problemas e têm a covardia de dizer que isto foi um acidente.

“Destruir é mais fácil do que construir”


A presidente da Amda (Associação Mineira de Defesa do Ambiente), Dalce Ricas, também avalia que nunca será possível determinar o impacto da devastação. Ela alega que o processo de reconstrução é extremamente complexo.

— Destruir é muito mais fácil do que construir. Até termos um ambiente diversificado em termos de fauna e flora pode levar décadas. O que tinha no caminho da lama foi exterminado, não há como conter toneladas de lama de chegarem ao meio ambiente: é sentença de morte anunciada.

A chave para evitar que novos desastres como este aconteçam está no investimento em novas tecnologias, que eliminam barragens de rejeitos, e em uma fiscalização adequada, segundo Dalce. “Não dá mais para ficar minerando com barragens”. 

— Já passou o momento de as empresas, que são as maiores responsáveis, avançarem nas pesquisas tecnológicas. O poder público precisa criar políticas que incentivem novos métodos e fiscalizem a atividade da mineração. Os órgãos ambientais estão sucateados. Como vamos fiscalizar sem conhecimento? Precisamos de um corpo técnico capacitado e de um pente-fino em todas as barragens do Estado.
(Fonte: R7)

"CPMF é o único plano do governo para equilibrar contas públicas" diz Dilma

Em reunião com governadores do Nordeste, promovido no Palácio do Planalto, a petista disse que está otimista pela aprovação até julho


A petista tem dito que propostas como o aumento da Cide não têm seu aval

Foto: JONATHAN NACKSTRAND/ AFP


A presidente Dilma Rousseff avaliou nesta quinta-feira (19) que a resistência a CPFM tem diminuído entre os diferentes setores da sociedade e ressaltou que a recriação do tributo é o plano único do governo federal para equilibrar as contas públicas de 2016.

Em reunião com governadores do Nordeste, promovido no Palácio do Planalto, a petista disse que está otimista pela aprovação até julho pelo Congresso Nacional do tributo e afirmou que, caso ele não seja recriado e o cenário econômico não melhore, o governo federal terá postergar projetos e iniciativas previstas para o ano que vem.

"A CPMF é o plano que temos e não tem outro", disse a petista.

Ela apelou aos governadores que trabalhem junto às bancadas federais na Câmara dos Deputados e no Senado Federal pela aprovação do tributo, que ainda encontra resistência no Congresso Nacional até mesmo entre membros da base aliada.

Em conversas reservadas, a petista tem dito que propostas como o aumento da Cide (tributo cobrado sobre a venda de combustíveis) não têm seu aval como alternativa para salvar as contas públicas.

Até o fim deste ano, a presidente promete intensificar encontros com deputados, senadores e prefeitos, como a realizada nesta quinta (19), para reforçar que o retorno do tributo é a "única saída" para o equilíbrio das contas no ano que vem.

A reunião desta quinta-feira (19) teve como objetivo discutir um plano de governo para enfrentar a seca no Nordeste, que deve se intensificar no ano que vem. No encontro, a presidente garantiu a liberação de verba federal para iniciativas emergenciais, como caminhões-pipa, adutoras de engate rápido e dessalinizadores.

Os governadores do Nordeste se comprometeram a entregar até o final do ano um plano detalhado para que o governo federal destine verbas para iniciativas de infraestrutura que consigam contornar o quadro de agravamento da seca.
(Fonte: JConline)

sábado, 21 de novembro de 2015

Qualidade da água do Rio Doce é boa, informa governo

Foram feitas oito coletas em Minas Gerais no último sábado. As análises concluíram que existem condições dentro do padrão aceitável e apontam que não houve aumento na presença de metais pesados nos sedimentos do rio.


sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Justiça decide: agente terá que pagar indenização para juiz parado na Lei Seca

Em decisão unânime, 14ª Câmara Cível do tribunal de Justiça do Rio manteve decisão da juíza de primeira instância, Andrea Quintella


RIO - A 14ª Câmara Cível do tribunal de Justiça do Rio manteve, por unanimidade, a decisão da juíza de primeira instância Andrea Quintella, que condenou Luciana Silva Tamburini a pagar indenização de R$ 5 mil por danos morais ao magistrado João Carlos de Souza Correa. Ele foi parado numa blitz da Lei Seca em fevereiro de 2011 e se apresentou como juiz. Luciana, que trabalhava como agente da operação, retrucou, dizendo "você é juiz, mas não é Deus", e recebeu, em seguida, ordem de prisão do juiz por entender que ela o desacatou.

O acórdão foi estabelecido nesta quarta-feira. Os magistrados da 14ª Câmara seguiram as decisões do relator, o desembargador José Carlos Paes, do dia 22 de outubro. Ainda cabe recurso.

"(...) Não se olvide que apregoar que o réu era “juiz, mas não Deus”, a agente de trânsito zombou do cargo por ele ocupado, bem como do que a função representa na sociedade. (...) Em defesa da própria função pública que desempenha, nada mais restou ao magistrado, a não ser determinar a prisão da recorrente, que desafiou a própria magistratura e tudo o que ela representa. (...) Por outro lado, todo o imbróglio impôs, sim, ao réu, ofensas que reclamam compensação. Além disso, o fato de recorrido se identificar como Juiz de Direito, não caracteriza a chamada ‘carteirada’, conforme alega a apelante", diz um trecho da decisão

Após tomar conhecimento de que seu recurso foi negado pela 14ª Câmara, Luciana afirmou que vai recorrer “até ao tribunal de Deus” para reverter a decisão desta quarta-feira, de acordo com entrevista ao site G1.

— A 14ª Câmara do Rio rasgou a Constituição. Acho que o corporativismo é da 14ª Câmara. Eles só perdem mais crédito na sociedade. Vou até o tribunal de Deus se for preciso — disse Luciana.

Ao jornal Extra, Luciana contou também que a “vaquinha” criada na internet para juntar o valor da indenização terminou nesta terça-feira e já arrecadou R$ 27 mil. Outros R$ 13 mil ainda estão para serem liberados. A agente voltou a dizer que vai doar o valor excedente para instituições de caridade. Entre os beneficiados estariam a Associação de Apoio às Pessoas com Deficiência da Zona Oeste/RJ (Adezo), em Campo Grande, crianças do Complexo do Alemão e do Morro do Salgueiro.

— A sociedade não tem que pagar pelos erros do Judiciário. O resto da sociedade não pode ser prejudicado — contou ela ao Extra.

O caso ocorreu em 2011, quando João Carlos foi parado pela fiscal por dirigir um carro sem placa e estava sem a carteira de motorista. Ele chegou a dar voz de prisão à agente por desacato.

Na sentença, o desembargador declara que “afirmar que o reconvite (João Carlos) não é Deus revela clara intenção de deboche”. O processo, originalmente, foi movido pela agente contra o magistrado. Ela exigia indenização, alegando que ele tentou receber tratamento diferenciado por ser juiz. Em primeira instância, no entanto, a Justiça entendeu que Luciana perdeu a razão ao ironizar uma autoridade e reverteu a ação, condenando a agente. Ela vai recorrer para o Superior Tribunal de Justiça.
(Fonte: O Globo)

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Encontrei um site falso, e agora?

Se a sua caixa de entrada vive cheia de e-mails suspeitos pedindo o recadastramento do CPF, confirmação de dados para o banco ou insistindo para você ver as fotos da última festa, saiba que é possível denunciar.


A Rede Nacional de Pesquisa, ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), oferece dois e-mails para reportar os casos. Para links com vírus, basta enviar um e-mail para artefatos@cais.rnp.br. Já para páginas falsas de instituições, o endereço é phishing@cais.rnp.br. A RNP também oferece uma página com fraudes identificadas para que o usuário cheque se a mensagem recebida pode ser um golpe. 

Em caso de phishing bancário ou de instituições do tipo Serasa ou Receita Federal, recomenda-se ligar para a empresa correspondente e denunciar a página ou e-mail encontrado.

"É importante entrar em contato com a empresa para que ela saiba do caso", explica André Carraretto, gerente de engenharia de sistemas da Symantec. "Se o usuário receber um link suspeito por e-mail também pode checar se há algum aviso no site da empresa sinalizando que usuários estão recebendo o golpe", alerta.
(Fonte: UOL)

sábado, 14 de novembro de 2015

Despejo irregular de esgoto gera mancha de poluição nas águas da Enseada de Botafogo

Em menos de 24 horas, é o terceiro flagrante do tipo no Grande Rio. Nesta quinta-feira, o mar da Barra da Tijuca foi invadido por cianobactérias e uma embarcação atracada em São Gonçalo despejava óleo no ecossistema.


Despejo irregular de esgoto gera mancha de poluição nas águas da Enseada de Botafogo
Crédito: divulgação / Mario Moscatelli
(Fonte: CBN)

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Alerta: É possível morrer fumando apenas a maconha pura, afirma pesquisadores após alemães morrerem de arritmia cardíaca

É possível morrer apenas com o uso da maconha pura, mostra pesquisa alemã.

Atualmente, soltam-se rumores que o uso de marijuana poderia ser fatal se fosse utilizada em conjunto com outros medicamentos, por conta do desencadeamento de condições cardíacas adversas. No entanto, se a droga pura poderia matar ainda era um fato desconhecido.

Cientistas do hospital da Universidade de Düsseldorf, na Alemanha, realizaram os primeiros exames post mortem completos sobre pessoas que morreram depois de usar a droga. A equipe, liderada pelo Dr. Benno Hartung, realizou 15 exames.

Eles realizaram testes, incluindo exames toxicológicos e testes genéticos para alegar quaisquer outras causas de morte além da erva. Descobriram que as mortes de dois dos pacientes examinados não poderiam ser atribuídas a qualquer outra coisa que não fosse o uso da maconha pura.

Estas pessoas eram homens que tinham morrido após o coração ter começado a sofrer variações de aceleração e desaceleração do batimento de maneira muito rápida, a ponto do órgão não ser capaz de suportar.

Os pesquisadores acreditam que essa mudança no ritmo cardíaco, denominada arritmia, foi causada pela maconha que eles haviam consumido. A razão por eles terem chegado a essa conclusão foi a de que ambos haviam fumado a droga dentro de algumas horas antes de suas mortes e não apresentavam nenhum histórico de problemas cardíacos, ingestão de outros produtos que poderiam gerar a arritmia e não havia parentesco com familiares com esse tipo de problema.

Enquanto os pesquisadores alemães acreditam que conseguiram provar que a maconha pode matar, não se sabe como ela consegue provocar problemas cardíacos. Dr. Hartung acredita que a erva pode desencadear outras doenças que aumentam o risco de complicações cardíacas.

Apesar dos resultados, publicados na revista Forensic Science International, algumas pessoas acreditam que o risco de morte não é o risco mais significativo associado ao uso da droga.

David Raynes, do National Drug Prevention Alliance do Reino Unido afirma: "Essas mortes são raras e continuarão a ser raras. Os riscos reais são os efeitos a longo prazo que a erva pode causar no cérebro”. Seu comentário é baseado no fato de que estudos anteriores mostraram uma ligação entre fumar maconha e a esquizofrenia não-genética, ou paranoia; e a depressão.
(Fonte: Jornal Ciência)

PT é o partido com maior rejeição no Brasil

Para cada petista, há cerca de três antipetistas no País


Ocupante da Presidência da República desde o início de 2003, o PT é hoje o partido com maior rejeição no Brasil, segundo pesquisa Ibope feita na segunda quinzena de outubro. Do total de entrevistados, 38% apontaram a legenda de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff como aquela de que menos gostam. No outro extremo, 12% indicaram o PT como partido preferido - ou seja, para cada petista, há cerca de três antipetistas no País. 

No ranking da rejeição, o PT não apenas está em primeiro lugar, mas é o líder disparado. Em distante segundo lugar, com 30 pontos porcentuais a menos, está o PSDB (8% de rejeição). O PMDB, com 6%, aparece em empate técnico, também na segunda colocação. 

É a primeira vez que o Ibope mede a rejeição às legendas com uma pergunta específica ("de qual desses partidos você gosta menos?"). Não é possível, portanto, saber se a onda antipetista está em seu ápice. Mas há indícios de que essa tendência no eleitorado se fortaleceu desde o ano passado. 

Em outubro de 2014, pouco antes da eleição presidencial vencida por Dilma, o PT tinha uma imagem "favorável" ou "muito favorável" para 41% dos eleitores, também segundo o Ibope. Outros 46% viam o partido de forma "desfavorável" ou "muito desfavorável". De lá para cá, a parcela com opinião contrária ao PT cresceu para 70%, enquanto os favoráveis se reduziram a apenas 23%. 

Outro indicador do desgaste dos petistas é a evolução da taxa de preferência pela sigla. Em abril de 2013, pouco antes da onda de manifestações de protesto pelo País, o PT era o partido preferido de 36% da população - o melhor resultado para a legenda em uma década. 

Mas os protestos de rua provocaram mudanças significativas na opinião pública: em julho de 2013, a taxa de preferência pelo PT já havia caído para apenas 22%. 

Desde então, apesar de ter vencido a eleição presidencial de 2014, o partido foi associado a novos episódios de desgaste, entre eles o agravamento da crise econômica e o escândalo de corrupção na Petrobras, investigado pela Operação Lava Jato. 

O PSDB, partido que disputou com Lula e Dilma os segundos turnos das quatro últimas quatro eleições presidenciais, não se beneficiou diretamente da queda de popularidade de seu principal adversário. 

Os tucanos também têm hoje uma imagem pior do que de outubro de 2014. Na época, segundo o Ibope, a soma de opiniões "desfavoráveis" e "muito desfavoráveis" sobre a sigla chegava a 45%. Atualmente, atinge 50%. 

Por outro lado, no ranking da preferência partidária, é a primeira vez que o PSDB empata tecnicamente com o PT no primeiro lugar - mas o fenômeno se explica mais pela queda dos petistas que pela ascensão dos tucanos. 

Geografia


A rejeição ao PT é maior na região Sul, onde 46% dos entrevistados apontam a legenda como aquela de que menos gostam - taxa oito pontos porcentuais superior à média nacional. Também se concentra nos setores mais escolarizados e de renda mais alta. 

Entre os eleitores com curso superior, a taxa de rejeição ao partido chega a 50%, mas cai para 28% entre os que estudaram até a quarta série. Na divisão do eleitorado por renda, o PT é o mais rejeitado por 46% dos que ganham mais de cinco salários mínimos, e por 28% dos que recebem até um salário mínimo. 

O partido também sofre maior rejeição entre os mais jovens (43% na faixa de 16 a 24 anos) que entre os mais velhos (33% entre aqueles com 55 anos ou mais). 

O Ibope ouviu 2.002 pessoas em 140 municípios do País entre os dias 17 e 21 de outubro. A margem de erro estimada é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
(Fonte: EXAME.com)

Em mensagem, Marcelo Odebrecht disse que Dilma ‘mentiu’ sobre Cuba

Presidente da empreiteira contestou tese da petista sobre financiamento para porto

O senador Aécio Neves e a presidente Dilma em debate de campanha
- Alexandre Cassiano/24-10-2014 / Arquivo O Globo

CURITIBA E SÃO PAULO - O presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, disse que a presidente Dilma Rousseff mentiu ao falar sobre o financiamento para a construção do Porto de Mariel, em Cuba, durante o último debate do segundo turno da campanha eleitoral, em outubro do ano passado. Assim que Dilma garantiu na TV ao então candidato Aécio Neves que o empréstimo para a obra teria como garantia a Odebrecht, responsável pelo projeto, o presidente da construtora não se conteve. Em mensagem a um dirigente, interceptada pela Polícia Federal, Marcelo foi taxativo:

“Ela (Dilma) disse que as garantias são da empresa, e não do governo de Cuba. Ela está mentindo”, escreveu ele.

A acusação está numa troca de mensagens entre Marcelo Odebrecht e Benedicto Barbosa da Silva Junior, um dos executivos do grupo. O material integra novo relatório de investigação da PF sobre o esquema de corrupção na Petrobras.

Marcelo mandou a mensagem quando Dilma e Aécio discutiam sobre as obras do porto cubano. O tucano criticava o empréstimo do BNDES para a obra. Quando o senador alegou que “o governo brasileiro aceitou que essas garantias fossem dadas em pesos cubanos num banco na ilha de Cuba", Dilma rebateu:

— Sempre que se financia uma empresa, as cláusulas de um financiamento diz respeito a essa empresa. As garantias são elas quem dão, não é Cuba, quem dá a garantia é a empresa brasileira para o BNDES.

Depois de escrever que Dilma estaria mentindo, Marcelo sugeriu que Benedicto passasse um torpedo para a “irmã”, tratando do que chamou de mentira da presidente, mas volta atrás na decisão: “Passe um torpedo para a irmã. O financiamento e as garantias são do governo de Cuba. Aliás, melhor deixar quieto, vai que ela (a irmã) mostra seu torpedo para alguém lá!”.

PF NÃO INFORMA QUEM SERIA “IRMÔ CITADA


O financiamento do Porto de Mariel, a 40 quilômetros de Havana, foi alvo de polêmica na campanha de 2014. A obra é investigada em dois inquéritos onde o Ministério Público apura se houve irregularidade na concessão de empréstimo do BNDES.

O porto custou US$ 957 milhões, dos quais US$ 682 milhões foram financiados pelo banco. Documentos encaminhados à CPI do BNDES pelo próprio banco indicam que parte dos contratos foi garantida pelo governo cubano por meio do Banco Nacional Cubano (BNC). Num deles, é informado que o Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações (COFIG) “aprovou em 29 de janeiro de 2010 cobertura do Seguro de Crédito à Exportação com lastro no Fundo de Garantia às Exportações ao projeto Porto de Mariel”. No site do BNDES, a garantia informada sobre os empréstimos concedidos ao porto é “seguro de crédito/FGE”.

O Fundo de Garantia às Exportações (FGE) é formado com dinheiro do Tesouro Nacional e administrado pelo próprio BNDES. O comitê é composto apenas por integrantes do governo federal.

Procurada pelo GLOBO, a Odebrecht “lamentou o vazamento de informações” e reafirmou que a troca de mensagens apenas esclareceu o tema, para que “não prevalecesse informação incorreta”.

O BNDES, assim como o Palácio do Planalto, não responderam às questões encaminhadas pelo GLOBO. A assessoria da empreiteira informou apenas que os dados sobre a operação estavam disponíveis no site do banco.
(Fonte: O Globo)


Governo deixa dívida explodir e condena Brasil à mediocridade

Salto de quase 20 pontos porcentuais - de 2013 para 2016 - ocorre após três anos de baixo crescimento e deixa governo mais dependente de ajuste fiscal


Aumento da dívida deixa governo mais dependente de
um ajuste fiscal para evitar uma crise mais grave

(Beto Barata/Agência Estado/VEJA/VEJA)

Após três anos seguidos de baixo crescimento, com aumento de desemprego, a dívida pública bruta saltará fortemente, deixando o governo mais dependente de um ajuste fiscal para evitar uma crise mais grave. O próprio governo admitiu ao Congresso que a dívida pública bruta chegará a quase 72% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2016. Haverá, portanto, um salto de quase 20 pontos porcentuais da dívida pública em apenas três anos - em dezembro de 2013, ela representava 53,2% do PIB.

A combinação entre recessão e debilidade fiscal pode ser explosiva. Para o economista Luis Eduardo Assis, ex-diretor do Banco Central, o risco para o país é se aproximar da realidade de alguns países europeus, como Itália, Espanha e Portugal, que viram sua dívida pública subir muito em poucos anos e hoje convivem com baixo crescimento econômico. "A diferença é que eles já enriqueceram, nós não. O grande risco aqui não é mesmo o de uma explosão, como na Grécia, mas de uma mediocridade de crescimento por muitos anos."

Para Nelson Marconi, coordenador do curso de Economia da Fundação Getulio Vargas em São Paulo (FGV-SP), o quadro de baixo crescimento e alta do endividamento é semelhante ao de países europeus, mas, no limite, o Brasil "se salva" pelo fato de a dívida ser predominantemente lastreada em moeda nacional. "Os europeus estão presos ao euro, uma moeda comum, mas que não é controlada por cada país. Nós, no limite, desvalorizamos muito a moeda para pagar a dívida. Seria uma opção dramática, mas é uma saída limite."

Para o economista Alexandre Schwartsman, ex-diretor do Banco Central, o governo precisa, urgentemente, "arrumar sua casa". Isto é, reduzir gastos com despesas obrigatórias, em especial na Previdência Social. "O governo precisa fazer um ajuste fiscal que possa, no mais curto espaço de tempo possível, sinalizar que voltará a produzir um superávit fiscal. Isso permitirá ao menos uma estabilização do endividamento público e também a redução dos juros, o que ajuda no crescimento econômico", disse ele.

Para Schwartsman, a saída preconizada por economistas que defendem mais gastos e mais estímulo ao crédito (como sugeriu o ex-presidente Lula), não faz o menor sentido. "Se gastar fosse a saída, não haveria pobreza no mundo. Bastaria que todos os governos imprimissem dinheiro e entregassem para todas as pessoas."

Os analistas concordam que nenhuma reforma estrutural, como mudanças em aposentadorias e pensões e ajustes nas contas públicas, sairá do papel no atual contexto de crise política. "A sociedade brasileira precisa discutir o Estado que ela quer, e isso terá impacto no futuro da dívida pública. Mas esse debate hoje é absolutamente impossível. Só depois de resolvida a crise política", disse Assis.
(Fonte: VEJA)

sábado, 7 de novembro de 2015

Marqueteiro de campanhas de Dilma é investigado pela Lava-Jato

João Santana teria recebido, secretamente, dinheiro do PT em contas no exterior

João Santana e Dilma, durante o intervalo do primeiro debate na campanha presidencial de 2010
- Marlene Bergamo/Folhapress/10-10-2010

SÃO PAULO - João Santana, marqueteiro das campanhas de 2010 e 2014 da presidente Dilma Rousseff, está sob investigação da Polícia Federal e do Ministério Público na Operação Lava-Jato, segundo revelou neste sábado a Revista Veja. Santana teria recebido dinheiro secretamente por meio de contas mantidas no exterior. O marqueteiro diz que tem quatro empresas no exterior e que nenhum dinheiro recebido lá fora vem de trabalhos feitos no Brasil. Santana fala ainda em “distorção motivada por interesses políticos”.

Autoridades da Suíça, segundo a publicação, enviaram a investigadores brasileiros informações que apontam indícios de que dinheiro do petrolão pagou, no exterior, despesas de campanha do PT. Segundo a Revista Veja, um investigador do caso declarou que “nunca antes a Lava-Jato chegou tão perto do Palácio do Planalto”.

Em nota divulgada neste sábado, João Santana, diretor-presidente da Polis Propaganda, diz: “é fato notório - e por mim amplamente divulgado - que tenho, há vários anos, quatro empresas de marketing político no exterior”.

O marqueteiro esclarece ainda que “desde o início, as atividades destas empresas foram informadas aos órgãos de fiscalização brasileiros, como manda a lei” e que suas movimentações financeiras e contas no exterior estão associadas, exclusivamente, a trabalhos realizados por estas empresas.

“Nenhum recurso é oriundo de trabalhos feitos no Brasil. As campanhas e serviços de marketing que minhas empresas nacionais realizaram no nosso país, seguiram estritamente as normas legais, com recolhimento integral de tributos. Sou o profissional brasileiro de marketing político com maior presença internacional, e, na minha área específica, provavelmente o empresário que mais paga impostos no Brasil. Qualquer ilação - ou desvio interpretativo desta realidade - constituem erros graves ou distorção motivada por interesses políticos”, diz ainda a nota de Santana.

DUDA MENDONÇA ADMITIU PAGAMENTOS NO EXTERIOR


Outro marqueteiro de campanhas petistas, Duda Mendonça admitiu à CPI dos Correios que recebera no exterior pagamento por serviços prestados durante a eleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na época da CPI, Mendonça declarou que, em 2002, fez um pacote de trabalhos de propaganda para o PT, que incluía a campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e cobrou cerca de R$ 25 milhões.

João Santana é sucessor de Mendonça.
(Fonte: O Globo)

Caminhoneiros anunciam greve geral a partir de segunda-feira

Convocados pelo Comando Nacional do Transporte, caminhoneiros autônomos irão iniciar greve por tempo indeterminado na próxima segunda-feira, com pretensão de atingir todo o país. A pauta não traz reivindicações da categoria. As lideranças assumem publicamente que o objetivo é pressionar pela renúncia da presidente Dilma Rousseff.

Integrantes do movimento dizem que a lista de reivindicações permanece a mesma apresentada em fevereiro, quando houve uma greve de caminhoneiros que gerou problemas logísticos, ameaças de desabastecimento e terminou, já em março, em confronto da Força Nacional e da Polícia Rodoviária Federal com os motoristas em Camaquã.

Segundo lideranças do movimento a pauta do transporte não foi atendida. Alguns pontos dela são redução do preço do óleo diesel, criação da tabela do preço mínimo do frete, carência de 12 meses para quem tem financiamento de caminhão no BNDES, entre outras.

(Fonte: RadioCulturaFoz)

Odebrecht pagou R$ 3,9 milhões a instituições ligadas a Lula e R$ 975 mil a Instituto FHC

Instituto Lula diz que repudia qualquer vazamento de informações bancárias protegidas por lei


A Polícia Federal apontou em laudo que instituições ligadas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva receberam R$ 3.973.237,90 da Construtora Norberto Odebrecht, entre 2011 e 2014. Os laudos também apontam que o Instituto Fernando Henrique Cardoso recebeu, no mesmo período, R$ 975 mil da Odebrecht, sendo 11 pagamentos mensais de R$ 75 mil e um de R$ 150 mil.

A empreiteira está sob suspeita da Operação Lava Jato de ter integrado cartel em esquema de corrupção na Petrobras - seu presidente, Marcelo Bahia Odebrecht, está preso desde 19 de junho. O relatório também citou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Os pagamentos foram realizados ao Instituto Lula e para a L.I.L.S. Palestras, Eventos e Publicações. A PF fez o exame com base em dados levantados a partir da quebra de sigilo da empreiteira.

"Foram identificados lançamentos contábeis indicativos de pagamentos realizados a instituições vinculadas ao ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (ocupante do cargo até 2010) no valor de R$ 3.973.237,90 entre 2011 e 2014. Deve-se destacar que não foram analisados os Sped de todas as empresas do Grupo Odebrecht a exemplo da Braskem S.A (petroquímica ligada à Odebrecht)", diz o laudo.

No mesmo documento, os peritos criminais federal Fábio Augusto da Silva Salvador, Audrey Jones de Souza, Raphael Borges Mendes e Jefferson Ribeiro Bastos Braga informam que o Instituto Lula e a L.I.L.S. também receberam dinheiro de outras fontes, totalizando R$ 17.233.278,62. Entre os pagadores estão algumas das maiores empreiteiras do País: além da Odebrecht, Camargo Corrêa (R$ 4.527.999,30), Queiroz Galvão (R$ 1.194.894,78), Andrade Gutierrez (R$ 3.607.347), OAS (R$3.572.178,52) e UTC (R$ 357.621,12).

"Na contabilidade da Construtora Norberto Odebrecht foram identificados registros indicativos de pagamentos realizados ao Instituto Fernando Henrique Cardoso no montante de pelo menos R$ 975 mil. O referido instituto foi fundado pelo ex-Presidente da República Fernando Henrique Cardoso, que ocupou a presidência do Brasil até 2002", diz o documento.

"Deve-se destacar que foram encontrados também outros lançamentos contábeis indicativos de pagamentos realizados por outras empreiteiras investigadas no âmbito da Operação Lava Jato", aponta o laudo.

Mensagens

A PF analisou no laudo e-mails trocados entre a secretaria da presidência do iFHC, um representante de uma entidade identificada como 'APLA' e um executivo da área cultural. Eles conversavam sobre uma possível palestra do ex-presidente FHC. Os peritos incluíram a íntegra das mensagens no documento.

A PF destaca e-mails relacionados a um "suposto pagamento de valores por parte da Braskem" - petroquímica ligada à Odebrecht.

Na referida mensagem, destaca-se o trecho em que a secretária da Presidência elenca entre as maneiras da Braskem fazer a doação: "A elaboração de um contrato, porém não podemos citar que a prestação de serviço será uma palestra do Presidente [FHC]" ou por meio de "Uma doação direta...". Dessa forma, é possível que outros pagamentos tenham sido feitos e não tenham sido encontrados em função da limitação do presente Laudo, ou ainda, que os referidos pagamentos tenham sido feitos por meio de triangulação entre Grupo Odebrecht, o contratante do serviço (exemplo do evento APLA) e o Instituto Fernando Henrique Cardoso", afirma o laudo.

A sequência de mensagens indica que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não pode comparecer ao evento.

Defesa - Instituto Lula

Todas as contribuições ao Instituto Lula, e todos os pagamentos para palestras do ex-presidente Lula são legais, contabilizados e com os devidos impostos pagos. Os pagamentos para LILS são por palestras. O Instituto Lula é uma entidade sem fins lucrativos que recebe contribuição de empresas privadas, dentro da lei. A LILS é uma empresa de palestras. O ex-presidente reafirma que sempre teve uma conduta dentro da lei antes, durante e depois do exercício do seu mandato na presidência da República. O Instituto Lula, por fim, registra o seu repúdio a qualquer vazamento de informações bancárias protegidas por lei, de entidades que não cometeram nenhum ilícito e não são investigadas pela Operação Lava Jato.

Defesa - iFHC

"Os valores mencionados se referem a doações feitas ao endowment (fundo de manutenção) da Fundação Instituto Fernando Henrique Cardoso. Essas, como todas as demais doações recebidas, de pessoas físicas ou jurídicas, estão devidamente registradas em nossos demonstrativos financeiros e contábeis, auditados pela PWC até 2014 e, a partir deste ano, pela Grant Thornton. Por ser uma fundação, o iFHC tem todas as suas contas e atividades supervisionadas pela Curadoria de Fundações do Ministério Público do Estado de SP".

Defesa - ODEBRECHT

"A CNO fez contribuições pontuais ao Instituto Fernando Henrique Cardoso, dentro do seu programa de apoio às iniciativas que ajudam a fortalecer as democracias. Apoiamos também iniciativas de outros institutos no Brasil e no exterior, sempre que possuam ligação direta com as posições institucionais da Odebrecht".

Alemanha vai montar centros para acelerar expulsão de imigrantes

Com quase 800 mil chegadas em dez meses, país vai vetar a permanência dos que vem de lugares seguros


Em centro de detenção para estrangeiros na República Tcheca,
refugiada olha pela janela - DAVID W CERNY / REUTERS

BERLIM — O governo alemão conseguiu fechar um acordo na quinta-feira sobre um assunto que vinha atrapalhando a cena política no país nas últimas semanas. Os líderes da grande coalizão anunciaram a criação de centros de internamento para os recém chegados com escassa possibilidade de obter o status de refugiado. São instalações pensadas para acelerar o processo e, principalmente, agilizar a expulsão dos que chegam de países considerados seguros. A Alemanha endurece, assim, suas normas de acolhimento.

O acordo prevê um alívio para a chanceler Angela Merkel que, nas últimas semanas, vem enfrentando uma rebelião de seus supostos aliados, a coalizão CSU bávara. O episódio mais recente havia sido a ameaça da retirada dos três ministros do governo.

Os três partidos que formam a coalizão fazem algumas concessões, mas o resultado final se distancia das chamadas zonas de trânsito inicialmente defendidas pelo líder da CSU, Horst Seehofer. Por fim, serão instalações de acolhimento especiais. As novas instalações - pretende-se que sejam três ou cinco, distribuídas por toda o país - devem centralizar o processo de registro de chegadas que agora funciona de forma caótica. O governo pretende que a concessão ou negação de asilo político passe a levar uma semana, com mais duas de prazo para correção.

O acordo final também vai complicar as condições dos recém chegados poucas semanas depois da oficialização de um pacote de medidas que já previa a maior rigidez nas normas de acolhimento desde os anos noventa.

O documento assinado recorre explicitamente que um dos objetivos do acordo é reduzir o fluxo de chegadas. Os imigrantes registrados nestas instalações não poderão abandonar o distrito em que estão, sob o risco de perder as prestações sociais. O alvo da expulsão cai também sobre os imigrantes do Afeganistão, país dificilmente considerado seguro. Nos dez primeiros meses do ano, 67 mil afegãos entraram na Alemanha.

Nesta quinta-feira, o ministro do interior publicou os dados que confirmam uma impressão antiga: as previsões de 800 mil requerentes de abrigo neste ano feitas pelo próprio ministério já estão desatualizadas. Entre janeiro e outubro, foram registradas as entradas de quase 760 mil pessoas. Parece que o número final para todo o ano vai fechar em mais de um milhão, no que convém rever todas as estimativas: o próprio ministério admite não estar seguro de seus índices, repletos de duplicações e sem o registro de muitas pessoas.
(Fonte: O Globo)

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Vereador culpa Iemanjá por falta de chuva, entenda o caso:

Pastores pedem ao MP retirada de escultura de Iemanjá do Rio São Francisco

Um grupo de pastores de Petrolina (PE) decidiu acionar o Ministério Público para que seja retirada uma escultura de Iemanjá, instalada nas águas do Rio São Francisco. O vereador Zenildo do Alto do Cocar (PSB) chegou a apontar a estatua como “culpada” pela falta de chuvas na região. O representante do grupo, pastor José Kenaidy, diz que o leito do rio pertence a União e que o Estado é laico, por isso, nenhuma escultura de cunho religioso deveria ser colocada nas águas do rio. O pastor diz que não se trata de uma briga religiosa, mas sim de defesa aos direitos civis e à preservação do Velho Chico. Os pastores também querem a retirada da escultura do Nego D’água, com a mesma justificativa. “Estamos entrando com uma ação no MP para retirar a Iemanjá e o Nego d´água. Queremos deixar claro que não é uma questão de religião, é uma questão de de legalidade e direitos civis. O ambiente público é para todos. O artigo 20 da constituição diz que o rio é um bem da União, e como bem da União isso é inadmissível”, explicou o líder religioso.
(Fonte: Bahia Notícias)

Suíça diz que sistema financeiro do país foi seriamente afetado por escândalo da Petrobras

As investigações do Ministério Público suíço sobre contas suspeitas de movimentarem dinheiro obtido no esquema de corrupção na Petrobras ainda não foram encerradas, mas o órgão já afirma que o centro financeiro do país foi seriamente afetado pelo escândalo.


Desdobramentos da operação Lava Jato gerou 
investigações e denúncias de lavagem de dinheiro 
contra bancos do país
As apurações da operação Lava Jato no Brasil sobre a corrupção na estatal chegaram a contas suspeitas no exterior, grande parte delas na Suíça.

Mas qual é a dimensão do impacto do escândalo brasileiro sobre o sistema financeiro suíço?

Procurado pela BBC Brasil, o Ministério Público em Berna diz que o escândalo gerou denúncias de lavagem de dinheiro em níveis "muito acima da média" e que isso desencadeou extensas investigações - que ainda estão em andamento.

"Os resultados iniciais das investigações indicaram que o sistema financeiro da Suíça foi seriamente afetado pelo escândalo, uma vez que diversas pessoas e companhias que já foram indiciadas e condenadas no Brasil conduziam transações suspeitas envolvendo contas na Suíça", afirmou a porta-voz Walburga Bur.

Nesta semana, a agência reguladora do mercado financeiro suíço, FINMA, anunciou ter aberto investigações contra três bancos que não observaram as práticas de combate à lavagem de dinheiro em contas relacionadas ao escândalo da Petrobras.


As investigações são resultado de um amplo levantamento que vinha sendo feito com diversas instituições financeiras ligadas aos correntistas monitorados pelo MP suíço.

Três bancos suíços são suspeitos de terem abrigado 
contas milionárias irrigadas com dinheiro da Lava Jato
Não foram divulgados os nomes das três instituições financeiras que estão sob investigação desde setembro.

"Em alguns bancos os esclarecimentos preliminares ainda não foram concluídos", ressaltou à BBC Brasil Tobias Lux, representante da FINMA.

De acordo com Lux, a diligência busca estabelecer até que ponto esses bancos estão envolvidas no caso e como resguardaram ─ ou não ─ as resoluções de vigilância financeira.

Se ficar comprovado que os bancos agiram incorretamente, eles poderão sofrer sanções que incluem reestruturações compulsórias, confisco de valores, revogação da licença de operação e, em última instância, a liquidação.

A notícia da investigação foi dada com destaque pela imprensa local. Um dos principais jornais do país, a Neue Zürcher Zeitung, disse que as investigações do escândalo brasileiro colocam a Suíça sob "forte pressão" e representam "um alto risco à reputação" do país, ecoando preocupações do MP.

Extensão das irregularidades


Em março foi divulgado que pelo menos 30 bancos suíços tinham contas investigadas pela Lava Jato. Essas contas, que totalizavam US$ 400 milhões (R$ 1,5 bilhão), foram congeladas.

O MP se negou a divulgar dados atualizados, mas confirmou que o número de contas e bancos investigados aumentou.

A título de referência, em 2014, o MROS (Money Laundry Report Office Switzerland), departamento que recebe denúncias de lavagem de dinheiro, contabilizou cerca de US$ 3 bilhões (R$ 11,3 bilhões) em ativos ilegais reportados.

Valor depositado em contas na Suíça supera R$ 1,5 bilhão
A BBC sondou o MROS sobre a existência de dados específicos sobre Brasil, mas o órgão disse não organizar estatísticas por países. Consta, entretanto, que 60 denúncias enviadas ao MP ligadas à Petrobras desencadearam a onda de investigação atual.

Problema sistêmico


Para Maximilian Heywood, da ONG anticorrupção Transparência Internacional, o impacto do escândalo brasileiro na Suíça "é mais um exemplo das múltiplas falhas de prevenção à lavagem de dinheiro no setor financeiro".

"Assim como no caso da FIFA, o que nós vemos aqui é evidência de múltiplas transações, espalhadas em diversos bancos por um longo período de tempo", diz. "Sim, há sem sombra de dúvida vulnerabilidades sistêmicas",afirmou.

A representante da Associação dos Bancos Suíços, Sindy Schmiegel, interpreta o impacto do escândalo brasileiro sob um outro viés. "Prefiro tomar isso como exemplo de que o sistema funciona", defende.

"Não se tratam de falhas endêmicas, mas sim de provas de que o sistema responde, pois os casos foram devidamente reportados e esperamos agora que a FINMA aja", reforçou.

Apesar de não estipular prazo para encerrar as investigações, a agência supervisora prometeu emitir um relatório quando concluir o trabalho.

O trabalho do Ministério Público, por sua vez, também não dá sinais de arrefecimento.

"Ao conduzir essas investigações, o Procurador Geral da Suíça está cumprindo seu dever de combater a corrupção internacional e proteger o centro financeiro suíço, que está exposto a altos riscos de reputação em incidentes desse tipo", disse a porta-voz Walburga Bur.

(Fonte: BBC)