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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Petrobras volta ao pódio de empresas mais valiosas

Valiosas: primeiro lugar da lista ainda é da Ambev

São Paulo — A Petrobras voltou ao pódio das empresas de capital aberto mais valiosas do país. Na última sexta-feira (07), a estatal registrou 211,64 bilhões de reais em valor de mercado, o que a fez alcançar o 2° lugar da lista. O primeiro continua com a fabricante de bebidas Ambev, cujo valor de mercado já ultrapassa os 300 bilhões de reais. 

A última vez em que a petroquímica alcançou uma posição tão alta no mesmo ranking foi em junho de 2015 (quando também esteve no 2° posto). O primeiro lugar do pódio esteve, pela última vez, nas mãos da companhia em outubro de 2014, quando ela chegou a valer quase 255 bilhões de reais. Os números fazem parte de um levantamento produzido pela consultoria Economatica

Retomada


Com a crise econômica e uma enxurrada de denúncias de corrupção, a petroquímica viu seus papéis derreterem no final de 2014 (veja no gráfico abaixo a oscilação das ações). O mau humor dos investidores só deu uma trégua neste ano, após as expectativas em relação ao futuro político do país começarem a melhorar.

O mercado segue otimista com a gestão de Pedro Parente, que assumiu a presidência da Petrobras em maio, e o anúncio recente de um plano de desinvestimentos. No ano, as ações ordinárias da empresa registram ganhos de quase 103%. Já as preferenciais acumulam alta de quase 135%.

Ranking completo


Confira o ranking completo das companhias mais valiosas do país.

CompanhiaValor de mercado (em 07/10/16)
Ambev308,4 bilhões de reais
Petrobras211,6 bilhões de reais
Itaú Unibanco211,6 bilhões de reais
Bradesco167,5 bilhões de reais
Vale88,8 bilhões de reais
Santander Brasil83,3 bilhões de reais
Cielo74,6 bilhões de reais
Telefônica74,3 bilhões de reais
Banco do Brasil70,3 bilhões de reais
BB Seguridade60,7 bilhões de reais

(Fonte: Exame)

domingo, 9 de outubro de 2016

Parlamentares querem novo fundo com dinheiro público para financiar eleições

Não é piada: políticos querem mais um fundo, agora “eleitoral”, no valor de R$ 3 bilhões!!!


Campanha eleitoral de 2016 foi mais "tímida" em
termos de recursos por proibição de doação empresarial


Impactados negativamente com a proibição de doações empresariais já na campanha deste ano, políticos agora deram uma sugestão brilhante para suprir esse problema: a criação de um “fundo eleitoral”.

Sim, querem mais dinheiro público para que façam campanhas, já que agora a fonte secou. Chega a parecer escárnio uma coisa dessas, não é mesmo?

A reforma política em debate no Senado deve acabar sendo votada, mas é muito tímida e, para piorar as coisas, os políticos agora querem enfiar no meio do projeto uma proposta com um novo fundo público, com o nosso dinheiro, para financiar as eleições. Esse fundo teria um valor de até R$ 3,2 bilhões.
(Fonte: JovemPan)



quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Em 10 anos, Lula e Dilma emprestaram R$ 20 bilhões a nações bolivarianas e comunistas

A Argentina se livrou do esquerdismo antes do Brasil. Mas, pouco tempo atrás, estava entregue ao bolivarianismo da família Kirchner. E, com isso, nutria da simpatia do petismo, que não se furtava em remeter vultuosas quantias de reais aos cofres das nações vizinhas, desde que compartilhassem da mesma visão de mundo.

Ao lançar a campanha “Vamos tirar o Brasil do vermelho”, o governo Temer enumerou os estragos econômico herdados de Dilma Rousseff e Lula. Todos são revoltantes, mas uns são mais que os outros. Em especial o tópico que aborda os valores investidos pelo BNDES na infraestrutura de outros países. Na cotação de hoje, a farra com o imposto arcado pelo trabalhador brasileiro somou R$ 26,8 bilhões, dos quais 76% foram destinados a Cuba, Angola, Argentina e Venezuela.

Angola deixou oficialmente o socialismo de lado em 1992, diferentemente da Venezuela, que só o adotou no século seguinte. Quanto a Cuba, continua uma ditadura comunista mesmo após a reaproximação com os Estados Unidos. Somada à Argentina bolivariana, receberam com juros subsidiados nada menos do que R$ 20 bilhões dos governos Lula e Dilma, entre 2003 e 2013.

Enquanto isso, a estrutura brasileira segue indecente.

(Fonte: Implicante)

domingo, 18 de setembro de 2016

Brasil perdeu 1,5 milhão de vagas com carteira assinada em 2015, pior marca em 31 anos

Carteira de trabalho; 1,5 milhão de vagas formais foram fechadas em 2015

O Brasil perdeu 1,51 milhão de empregos com carteira assinada em 2015, segundo dados do Ministério do Trabalho. É o pior resultado em 31 anos, desde 1985, quando o levantamento começou a ser feito. É, ainda, a primeira vez em 24 anos que o país registra corte de vagas com carteira assinada. Em 1992, haviam sido fechadas 738 mil postos de trabalho. 

Com isso, o Brasil terminou 2015 com um total de 48,06 milhões de empregos com carteira assinada —abaixo de 2014 (com 49,57 milhões) e e de 2013 (com 48,94 milhões).

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (16) pelo ministério e fazem parte da Rais (Relação Anual de Informações Sociais), um registro declarado anualmente por todas as empresas do país. 

SUDESTE PERDEU MAIS VAGAS 


Todas as regiões do país tiveram queda no número de vagas de trabalho com carteira em 2015, sendo que a maior perda foi no Sudeste.

  • Sudeste: -900,3 mil 
  • Nordeste: -233,6 mil 
  • Sul: -217,2 mil 
  • Centro-Oeste: -82,7 mil 
  • Norte: -76,9 mil 

Apenas três Estados tiveram aumento no número de trabalhadores com carteira assinada: Piauí (+3.000 postos), Acre (+2.800 postos) e Roraima (+2.200 postos). 

APENAS AGRICULTURA ABRIU VAGAS

Dos oito setores de atividade econômica registrados na Rais, apenas agricultura teve aumento no número de trabalhadores com carteira (+20,9 mil postos) em 2015.

Os setores que tiveram as maiores quedas foram:

  • Indústria de transformação (-604,1 mil) 
  • Construção civil (-393 mil) 
  • Comércio (-195,5 mil) 

RENDIMENTO CAI 2,56%


O rendimento real (ajustado pela inflação) do trabalhador brasileiro, em média, caiu de R$ 2.725,28, em 2014, para R$ 2.655,60, em 2015. Isso representa uma queda de 2,56% no rendimento. 

Em 2015, o Centro-Oeste registrou o maior rendimento (R$ 3.161,17), enquanto o Nordeste teve o menor (R$ 2.103,08). A renda do trabalhador, porém, caiu em todas as regiões do país: 

  • Nordeste: -2,98% 
  • Sudeste: -2,87% 
  • Norte: -2,65% 
  • Sul: -1,82% 
  • Centro-Oeste: -1,26%

Entre os Estados e o Distrito Federal, apenas dois tiveram ganho real no ano passado: DF (+1,42%) e Amapá (+2,64%). As maiores perdas foram registradas em Sergipe (-6,95%), Acre (-5,13%) e Alagoas (-4,67%). 

OUTRA PESQUISA 


O ministério também divulga regularmente dados de emprego do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). A pesquisa Rais, porém, é mais ampla, porque leva em conta mais categorias de trabalho, inclusive servidores públicos. Já o Caged calcula apenas o número de trabalhadores de empresas privadas.

O Caged com números de 2015 foi divulgado no início deste ano e mostrou que o Brasil perdeu 1,5 milhão de vagas de trabalho com carteira assinada no ano passado, no pior resultado desde o início da pesquisa, em 1992.
(Fonte: FolhadeS.Paulo)

sábado, 17 de setembro de 2016

Lula "fatiou" a Petrobras para evitar seu impeachment e proteger filho, diz Delcídio em delação

"Quando veio o mensalão, ele (Lula) percebeu, ou ele se arruma ou poderia ser impichado", disse o senador cassado



SÃO PAULO - Lula aumentou a presença do PMDB dentro da Petrobras para evitar sofrer um processo de impeachment após a revelação do escândalo do mensalão e também para proteger um de seus filhos, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, na investigação dos negócios entre a Gamecorp e a Telemar, disse o ex-senador Delcídio Amaral (sem partido-MS) em delação ao MPF (Ministério Público Federal). As informações são do jornal O Globo. 

De acordo com o ex-senador, depois do mensalão o então presidente precisou estruturar uma base aliada mais consistente por conta do desgaste gerado pela investigação da CPI dos Correios, em 2005, tendo que contar assim com a presença do PMDB.

"Quando veio o mensalão, ele (Lula) percebeu, ou ele se arruma ou poderia ser impichado", disse Delcídio, em depoimento anexado ao processo do ex-presidente Lula. Antes do mensalão, o PT governava principalmente com os partidos que o ajudaram a ganhar a eleição. Delcídio afirma que José Dirceu tentou negociar uma aliança com o PMDB, mas Lula inicialmente não havia topado. Depois do mensalão, Lula teria pensado, segundo Delcídio: "‘ou eu abraço o PMDB ou eu vou morrer’. Foi então que o PMDB estabeleceu tentáculos em toda a estrutura do governo, como o Ministério das Minas e Energia e a Eletrobras. O setor elétrico, que era feudo do PFL, passou a ser do PMDB".

O ex-senador presidiu a CPI dos Correios e afirmou ainda que o relatório final incluía uma proposta de indiciamento de Lula e do filho mais velho dele, Lulinha. De acordo com ele, foi feita uma composição para que as propostas não vingassem.
(Fonte: InfoMoney)

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Lula era o 'comandante máximo' do esquema da Lava Jato, diz MPF

MPF afirma que Lula recebeu milhões em propina




O procurador da República Deltan Dallagnol afirmou hoje (14) que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva era o "comandante máximo do esquema de corrupção identificado na (Operação) Lava Jato". Dallagnol fez a declaração durante entrevista coletiva em que a força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) responsável pela operação, detalhou a denúncia que envolve Lula, a esposa dele, Marisa Letícia, e mais seis pessoas.


O ex-presidente foi denunciado à Justiça Federal por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, crimes cujas penas, somadas, podem chegar a 32 anos e seis meses de prisão. Segundo os procuradores, Lula recebeu vantagens indevidas das empresas envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras, como a compra de um apartamento tríplex em Guarujá, no litoral paulista, a reforma e decoração do imóvel, além de contratos milionários para armazenamento de bens pessoais. Essas vantagens, somadas, totalizariam mais de R$ 3,7 milhões.

Dallagnol ressaltou que a corrupção identificada nas investigações é sistêmica e envolve diversos governos e partidos. De acordo com o procurador, existe uma "propinocracia" em curso no Brasil, no qual os poderes Executivo e Legislativo trocam favores, nomeações políticas e cargos, para obter "governabilidade corrompida, perpetuação criminosa no poder e enriquecimento ilícito". Para Dallagnhol, o sistema é bancado por cartéis de empresas que se aproveitam do esquema para garantir a assinatura de contratos milionários com o Poder Público.

É a primeira vez que o ex-presidente é denunciado à Justiça Federal no âmbito da Lava Jato. A denúncia inclui também o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, e o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, além dos ex-executivos da empreiteira Agenor Franklin Magalhães Medeiros, Paulo Roberto Valente Gordilho, Fábio Hori Yonamine e Roberto Moreira Ferreira.

A denúncia segue agora para a 13ª Vara Federal de Curitiba, para apreciação do juiz Sérgio Moro. Caso seja acatada pelo juiz, Lula, Marisa e os outros denunciados se tornarão réus na operação.
(Fonte: Terra.com)

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Mais de 4.500 itens sumiram da Presidência desde que Dilma assumiu

Nos últimos dias o TCU já havia determinado ao Palácio do Planalto que os presentes recebidos pelos presidentes da República fossem incorporados ao patrimônio da União


SÃO PAULO - O TCU (Tribunal de Contas da União) apurou o desaparecimento de 4.564 itens do patrimônio da União que estavam na Presidência da República entre 2010 e 2016, ou seja, enquanto Dilma Rousseff era presidente. Isso representa mais de dois sumiços por dia nestes seis anos. As informações são da coluna Radar On-line, da Veja. 

Apesar da fiscalização exercida por inúmeros agentes de segurança, o relatório aponta que o desaparecimento desses itens "representa sistemático desvio do patrimônio público e o retrato indelével da incapacidade de apuração dos fatos".

Nos últimos dias o TCU já havia determinado ao Palácio do Planalto que os presentes recebidos pelos presidentes da República fossem incorporados ao patrimônio da União desde a edição de um decreto de 2002. 

Com isso, alguns presentes recebidos por Lula e Dilma passariam a ser considerados itens da União. O tribunal deu o prazo de 120 dias para a identificação de 568 presentes recebidos por Lula e 144 itens por Dilma, considerados erroneamente como propriedade pessoal. 

A determinação do órgão foi encaminhada à Secretaria de Administração da Presidência da República e ao Gabinete Pessoal do presidente Michel Temer e vale para todos os documentos e presentes recebidos pelos presidentes anteriores que não sejam de natureza "personalíssima", como medalhas, ou de "consumo direto", como bonés e camisetas.
(Fonte: InfoMoney)